sábado, 5 de janeiro de 2013

Quando a saúde reflete o sentimento

A gente pode até fingir que é forte, sabe... Fingir que está tudo bem, que está feliz tranquila, aliviada... E eu fingi tão bem que enganei até a mim mesma! Na verdade ainda estou enganando, porque eu realmente acho que estou muito bem!
Mas não é o que minha saúde diz...
Desde que minha separação começou, já tive três problemas de saúde diferentes. E todos eles sem nenhum motivo aparente. De alergias de pele espalhadas pelo corpo a até uma misteriosa e devastadora dor no estômago... Logo eu, que tenho estômago de urubu!

Nessas duas semanas em Araraquara estou melhor do que as duas semanas da mudança de casa, mas sei que ainda vou ficar muito melhor. Considero que esse período é o meu limbo. É aquele trecho entre o céu e o inferno.
Me permiti engordar. Me permiti dormir até tarde. Me permiti não fazer exercícios.

Me permiti ficar sozinha sem culpa.
Tentei escrever mais sobre isso, mas justo hoje li o 22º capitulo de “Comer, Rezar e Amar” e absolutamente tudo que eu gostaria de falar sobre ficar sozinha nesse primeiro mês está escrito na primeira página deste capítulo.
Então copio aqui um trecho: 

“Então fiquei sozinha, Liz. Aprenda a lidar com a solidão. Aprenda a conhecer a solidão. Acostume-se a ela, pela primeira vez na sua vida. Bem-vinda à experiência humana. Mas nunca mais use seu corpo ou as emoções de outra pessoa como um modo de satisfazer seus próprios anseios não realizados.”

Assim, ainda e somente na companhia da família e de amigos, vou me despedindo do meu limpo para começar uma nova vida!
Espero que minha saúde melhore!

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